Migração de dados
Migração de dados é o serviço da Converge que passa para o sistema novo o que o órgão decidiu levar. Não entra em todo contrato. Não promete que todo o passado caiba na base nova. O sistema de destino, neste portfólio, é da Betha.
Quando o serviço é necessário
O órgão sai de outro controle e uma parte da base precisa acompanhar a rotina. Cadastro, saldo ou histórico só entram se estiverem no escopo. Se a conversa é só regra de cálculo ou de fluxo, o serviço vizinho é a parametrização, dentro da implantação, e não esta página.
Como a Converge atua
A Converge lê a rotina, combina o que migra e acompanha a entrada desses dados. O recorte é do órgão. A Converge não amplia o passado por conta própria.
Etapas
- Leitura da origem e da rotina que depende dela.
- Combinação do que sai e do que fica.
- Passagem dos dados desse recorte.
- Acompanhamento da entrada.
- Parametrização da regra local, como etapa ao lado, não como sinônimo de migração.
O histórico é preservado quando o corte combinado o inclui. Fora desse corte, não é prometido.
Riscos que o método procura reduzir
Levar dado que ninguém decidiu migrar. Tratar a migração como se o arquivo antigo inteiro fosse obrigatório. Chamar de migração o que é só parametrização.
Como se relaciona aos sistemas
A migração não é um módulo da Betha. É serviço da Converge sobre a solução contratada. O recorte depende da origem, do que o sistema de destino aceita e do período combinado.
O que deve acompanhar a rotina ainda não tem recorte?
