Converge Tecnologia

Migração de dados

Migração de dados é o serviço da Converge que passa para o sistema novo o que o órgão decidiu levar. Não entra em todo contrato. Não promete que todo o passado caiba na base nova. O sistema de destino, neste portfólio, é da Betha.

Quando o serviço é necessário

O órgão sai de outro controle e uma parte da base precisa acompanhar a rotina. Cadastro, saldo ou histórico só entram se estiverem no escopo. Se a conversa é só regra de cálculo ou de fluxo, o serviço vizinho é a parametrização, dentro da implantação, e não esta página.

Como a Converge atua

A Converge lê a rotina, combina o que migra e acompanha a entrada desses dados. O recorte é do órgão. A Converge não amplia o passado por conta própria.

Etapas

  1. Leitura da origem e da rotina que depende dela.
  2. Combinação do que sai e do que fica.
  3. Passagem dos dados desse recorte.
  4. Acompanhamento da entrada.
  5. Parametrização da regra local, como etapa ao lado, não como sinônimo de migração.

O histórico é preservado quando o corte combinado o inclui. Fora desse corte, não é prometido.

Riscos que o método procura reduzir

Levar dado que ninguém decidiu migrar. Tratar a migração como se o arquivo antigo inteiro fosse obrigatório. Chamar de migração o que é só parametrização.

Como se relaciona aos sistemas

A migração não é um módulo da Betha. É serviço da Converge sobre a solução contratada. O recorte depende da origem, do que o sistema de destino aceita e do período combinado.

O que deve acompanhar a rotina ainda não tem recorte?

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